A AFP nasceu com a ambição de fazer algo que valesse a pena. Criar um novo relacionamento com as farmácias, afirmar uma postura séria e alheia a interesses junto do poder político, servir as farmácias.
Uma respeitável ambição que tem guiado a AFP ao longo dos últimos 20 anos.
Se hoje a AFP é um interveniente de pleno direito no plano institucional deve-o, antes do mais, à persistência das pessoas que a lideram e lideraram ao longo destes anos e do respeito que consolidaram. Deve-o ao facto de ser, obviamente, melhor dispor de autonomia do que integrar um grupo no qual é difícil de ser ouvido ou ter qualquer peso real.
A AFP são os seus associados. A cultura da associação é a das farmácias que a integram e é por isso que a AFP se distingue. Cada associado conta, cada associado tem uma experiência valiosa e uma realidade diferente que tem de ser acolhida e acarinhada. Cada associado tem uma opinião e a AFP cresceu sendo o denominador comum dessas diversas opiniões e não a sua anulação em nome do interesse colectivo.
A cultura da AFP é uma cultura de independência e autonomia.

